Francisco Gomes Fragoso 
alias Kwame KONDE
né en 1940

Biographie

Francisco Gomes Fragoso, plus connu sous le nom de Kwame Konde, est né en 1940, sur l'île de Santiago.
Fils de Maria do Livramento Cardoso et de Manuel Maria Gomes Fragoso, il suit son cursus scolaire sur son île natale.
Par la suite, il effectue des études en médecine à Lisbonne, en particulier à l'Hôpital de Santa Maria), qui le conduise tout naturellement à être médecin, au service de la guérilla révolutionnaire, dans un premier temps. Puis, il se perfectionne en chirurgie à Paris et puis, en Belgique, à la Clinique universitaire de Saint-Luc (rattachée à l'Université de Louvain la Neuve). Après quoi, il entre au Centro da medicina de trabalho do gabinete da área de Sines (CEMETRA), au Portugal, et collabore avec l'Hospital distrital de Santiago de Cacém juqu'en 1988.
Dans les mêmes années, il devient le directeur de la troupe de théâtre Korda kauberdi.
Puis, de retour au Cap Vert, il devient médecin à l'Hôpital Agostinho Neto (HAN) de Praia.
Francisco Gomes Fragoso est donc tout à la fois médecin, poète, essayiste, metteur en scène.

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Oeuvres littéraires


Francisco Fragoso débute dans le monde littéraire au lycée où il anime le Jornal de Parede.
A travers le groupe Kordá Kauberdi, il publie plusieurs recueils de poèmes.
Mais il faut attendre les années 2010 pour qu'il mette à plat sa vision théorique et pratique du théâtre et de la mise en scène à travers la publication de 5 ouvrages.
Il collabore occasionnellement avec des périodiques tels que Voz di povo, A semana, África, Ponto e vírgula, África lusofóna...
Entre 2003 et 2014, il participe au blog África minha. (web)

Francisco Fragoso / Kwame Konde nous a fait parvenir différents textes récents, non publiés:

  • "Dia da África 2020", Lisboa, 05/2020  (pdf)
  • "Estudo elucidativo do Vocábulo / Expressão - Curinga / Coringa, no âmbito do teatro / arte cénica", Lisboa, 05/2020  (pdf)

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AMILCAR CABRAL!
Canto Primeiro:

Eis que, então, numa remota Noite de Lisboa,
Quiçá triste, quiçá ledo,
Ébrio, recordo, recordamos
Do Canto da Tchim Tabari,
Parindo o teu País, o nosso País
Com fórceps da tempestade.

CABRAL,
Omi d’Afrika,
Homem Africano,
L’Homme d’Afrique,
African Man!
Valente Cavaleiro do batuque,
E do funáná.
É verdade que duvidas do nosso Bosque Natal,
Das nossas vozes roucas, dos nossos corações
Que remontam mordazes,
Dos nossos olhos de grogue, vermelhos,
E das nossas Noites ígneas e flâmeas?

(Quiçá
que as chuvas do Exílio
tenham retesada a pele do Tambor
da nossa voz, da tua voz!).

Cabral!...Cabral!...Cabral!...
Acuso, acusamos
Os maus modos do nosso sangue.
É erro nosso
Se a borrasca se levanta
E nos desaprende inopinadamente contar pelos dedos
E saudar efusivamente?

Sim, efectivamente,
O Sangue é algo que vai, vem e retorna…
E, o Nosso suponho (supomos) nos reconcilia se for protelado
Após alguma macumba.
Que faire, Cabral, que faire, L´Homme d’Afrique ?
Sin, kuse ki nu debe fase,
Cabral, Omi d’Afrika?
Na verdade, o Sangue é um Verbo Poderoso!

Na bardadi, Sangui e un Verbu Pudiros!


Canto Segundo:

CABRAL, Amílcar Cabral,
O Poema não é um trapiche.
Não, efectivamente, não!...
Pois que,
Se as rimas são moscas nos pântanos, sem rimas
Toda uma estação
Longe dos pântanos,
Nós te fazemos justiça:
Rimos, bebemos e desertamos…

Nobre Coração!

Na nouca o Colar de Comandante da Lua
Em torno do braço o rolo bem anelado
Pelo laço do Sol.
E, o teu peito, tatuado, como uma das feridas da Noite.
Outrossim, então,
Recordo (recordamos)…lucidamente…

Camarada e companheiro
CABRAL, Omi d’Afrika!
É seguramente um problema muito grave (?)
As conexões da Poesia e da Revolução.
O fundo condiciona a forma!
Le fond conditionne la forme!

E se avisasse, outrossim do Desvio dialéctico
Para que a forma assumisse a sua desforra
Como uma acácia maldita sufoca o Poema.
Porém, não
Não onero (não oneramos) da conexão,
Pois que
Preferimos contemplar a Primavera. É a Revolução
se assumindo exactamente, se assumindo,
se assumindo…
se assumindo…
e as formas que se protelam
nos nossos ouvidos, trauteando,
copulando o Novo que no horizonte arvora,
comendo os rebentos
de férteis besouros exterminando a Primavera…


Canto terceiro:

Eh, Armun!
Frére!
Brother!
Irmão!
Para ti, instrui (Instruímos-te) em Pássaro
Ave gleba d’África para intacto atravessar
A mais escaldante
Das areias do deserto, do nosso Deserto.
Ave coliou d’África para abortar as artimanhas
Dos matagais e desafiar o motejo
Da floresta:
Libertador de aréqua
Poupa aprumada de um Orgulho súbito,
Pois que sabias voar…voar Alto…Alto.
Majestoso Migrante!
Sabias voar longe,
Sobretudo, Alto e bem alto,
Enlaçando de um só relance de olhos,
Até à sua mais remota parcela
O nosso Património hereditário!
Notre patrimoine héreditaire!
Our Genetic inheritance!

Inspector dos sem herdeiros,
Testador das fidelidades
acolhendo apenas Intimidade quotidiana
com as esperanças desatentas e
as vastas recordações
cujo o favor nigelava no vazio ou dormia no reverso,
a Graça lendária de cada um dos teus gestos,
os nossos gestos…os nossos gestos… os nossos gestos…

Oh! Estela obsídia da Memória!
Stèle obsidienne de la Memoire!


Homem do reescrito
Homem viril e robusto oriundo das nossas abruptas rochas.

E a Egrégia Mensagem,
Cabral, Amílcar Cabral de sempre…sempre…sempre…
Através do pó dos confins
E do ventre e da vaga
Tu a tens em cima da cabeça, sempre…sempre…sempre…
Na extremidade do braço fora do lodo e da lama,
à bout de coeur
para além do Medo,
Fiel à ordem íntima, evidentemente…


Canto Quarto:

Eu, Amílcar Cabral,
Sou um simples Africano,
Cumprindo o meu dever
No meu próprio País,
No contexto do nosso tempo.

Sin mi, Amilkar Kabral
Ami e un sinplis afrikanu
Ta kunpri si diver
Na si propi pais,
Na kondison di nos tenpu.

Amílcar…Amílcar…Amílcar Cabral,
Homem do Grito de Trovão, do grito de revolta,
Homem Africano
Homem Universal
Homem do Grito Planetário!

Cabral…Cabral…Cabral…
A nossa Nobreza é, evidentemente não
Dominar o nosso Povo,ser
Porém, o seu Ritmo e
Coração;
Não de apascentar as terras, quiçá como o grão de milho
Apodrecer na terra, na tera burbur,
Na tera bufa-bufa…
Não se assumir a condição de cabeça do Povo,
Sim, efectivamente
a sua boca
e o seu Búzio anunciador dos Novos Tempos.

Enfim,
Quem poderá, te cantar, se não for o teu Irmão de Sangue?!
Tu, Cabral, meu irmão negro,
Nosso Irmão Negro
De mãos quentes, deitado, estendido
Sob a areia e a morte…

“L’AUBE TRANSPARENTE D’UN JOUR NOUVEAU”
Aurora transparente de um Novo Dia !

Sim,
O Canto vasto do teu Sangue vencerá…
A tua palavra palpitante os sofismas e
Mentiras.
Nenhum ódio a tua alma sem ódio,
Nenhum artifício
A tua alma sem artifício.

Oh! Mártir Negro, raça imortal, deixa-me
Deixa-nos
Asseverar as palavras que perdoam…

Dorme…Dorme…Dorme…
Pois que,
A nossa voz, as nossas vozes te embala.
Irmão Negro, a nossa voz de cólera que embala a Esperança!
Guerrilheiro cuja boca é flor que, altaneira canta.
Oh! O deleite de viver após o Inverno!...
(Oh! Délice de vivre aprés l’Hiver !)
Te saúdo, Cabral,
Te honoramos, Cabral
Como autêntico Mensageiro da Paz Universal !

Sangue, Sangue
O Sangue Negro
Do meu Irmão, do nosso irmão, dos nossos Irmãos,
Macula (maculam) a inocência dos nossos lençóis,
Das nossas mantas…
És (Sois) o suor onde banha a minha angústia
(a nossa angústia)
(as nossas angústias).
És (sois), sim,
O sofrimento que eurouquece a minha voz
(a nossa voz)
(as nossas vozes).
E o meu coração,
O nosso coração, os nossos corações
Que clama(m) ao Azur e ao arbítrio de…

Não, não, CABRAL
Não és um morto gratuito,
Ô Morto! Não…Não…Não!...
O teu Sangue não é a água tépida.
Espesso asperge a nossa Esperança
Que medrará no Crepúsculo.
Não, não sois um morto gratuito. Tu, cavaleiro valoroso, um morto qualquer…Oh, Não…Não…
És (sois) testemunha (Testemunhas) da África Imortal.
Sim, sim (autênticas) Testemunhas do Mundo Novo que será amanhã (o Porvir) em todo o
Planeta, evidentemente!...

Lisboa, 17 de Novembro de 2008.
KWAME KONDÉ

(in África: revista do centro de estudos africanos  (São Paulo), n° especial (2012), p. 289-296, également sur le site ​http://africaminha.blogspot.com/2009/01/amilcar-cabral.html)


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​Revolução

Por toda a parte, entre a morte e a vida, 
no derramar belo do vermelho sangue
ela se alastrava, viva, majestosa,
esta chama quão formosa como o amor,
quão bela como o desejo,
dominando o gesto, o olhar e a vida.

(23.04.1971)

(in Mário de Andrade (ed.), Antologia temática da poesia africana  (vol. II: O canto armado), Lisboa: Sá da Costa, 1980 (2a ed.), p. 156)

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Aqui no mato
Aqui, no mato, onde selvático néctar exala
de todos os cantos, de todas as coisas,
das flores, das pedras e dos caminhos;
Aqui, onde a verdade no viço das plantas se adivinha
O homem, a medida das coisas,
pelo grito da revolução, no disparo da arma
numa vida nova alevanta, uma vida confundindo os
seus mistérios, o seus caprichos
com a bela loucura da lei da criação.
Aqui, onde as pedras assanhadas,
dormitando o seu sono profundo, secular,
não consentem a indiferença
e são encarnação viva desse novo desabrochar,
este desabrochar de alegre sorriso, de ardente paixão
e de contagiante expressão, invadindo as coisas, os
seres como prenúncio duma nova era,
a era dos homens livres, de homens belos
vivificados com a seiva da liberdade e de fraternidade
Sem que o desencadear efémero das estações e das distâncias
venha pertubar esta marcha nova,
esta marcha, fustigando horizontes e altares intocáveis.
Aqui no mato, onde as consciências só sabem desabrochar,
e revolução, inexorável, se desponta, num simples gesto,
num simples sorriso até brilhante se projectar no disparo das armas,
troando montanhas, conquistando os ventos e o espaço,
vencendo corações, destruindo hesitações,
e depois de despertar no falar simples dos homens,
no recôndito dos seres e se exalar pelo
néctar das flores e das plantas,
em todos os caminhos e em todos os lugares.

(12/1970)

(in Mário de Andrade (ed.), Antologia temática da poesia africana  (vol. II: O canto armado), Lisboa: Sá da Costa, 1980 (2a ed.), p. 154-155)

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Bibliographie


Oeuvres (Kwame Konde - Francisco Fragoso)

  • Mudjer... nôs mai... nôs kretcheu... nôs tudo!, à paraître
  • Medicina e teatro (III): 100 médicos - teatrólogos, Porto: 5livros, 03/2020, n/a p.
  • Medicina e teatro (II): de cariz pedagógico, Porto: 5livros, 2020, n/a p.
  • Medicina e teatro: livro primeiro, Porto: 5livros, 06/2019, 300 p., 22 cm.
  • Oito médicos - dramaturgos portugueses: um oportuno epítome, Porto: 5livros, 02/2019, 110 p., 21 cm.
  • Evocações, Lisboa: Chiado Editora, 06/2017, 334 p., 22 cm.  (coll. Palavras soltas)
  • Glossário no âmbito do teatro, Lisboa: Chiado Editora, 2015, 670 p., 22 cm. (coll. Compendium)
  • Glossário médico oportuno, Lisboa: Chiado Editora, 2014, 638 p., 22 cm.
  • Espicilégo: antologia: estudando a medicina na sua assunção (eminentemente) humana, Lisboa: Chiado Editora, 2 vol., 2014, 165 p. + 233 p., 22 cm. (coll. Compendium, n° 2)
  • Espicilégo: antologia de estudos ensaísticos oportunos...: vol. 1, No durâmen da dança e do ballet, Lisboa: Chiado Editora, 2013, 187 p., 22 cm.
  • Manuel de teatro: vol. III, Prática teatral e cénica, Lisboa: Chiado Editora, 03/2012, 277 p., 22 cm.
  • Manuel de teatro: vol. II, Estudo ensaístico sobre noção, conceito de teatro, Lisboa: Chiado Editora, 03/2012, 39 p., 22 cm.
  • Manuel de teatro: vol. I, Epítome para uma aprendizagem adequada e proficua da arte cénica, Lisboa: Chiado Editora, 06/2011, 84 p., 22 cm.
  • Escritos sobre teatro, Praia: Artiletra Editora - Ed. do autor, 05/2010, 198 p.
  • No imo da pedra (poema em três cantos), Lisboa: Chiado Editora, 2009, 31 p., 21 cm.
  • Renunciando pasárgada...: ensaio d'autoria, Bierbeek (BE): Ed. do autor, 1974, n/a p.
  • Korda kaoberdi: poemas, Paris: Associação dos trabalhadores cabo-verdianos em França, 1974, n/a p.

Périodiques

  • Francisco Frargoso, "Do Dia mundial do teatro 2020", A semana, n° n/a (26/03/2020), en ligne  (web)
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: a propósito da questão que se prende com o fim (?) dos jornais e o futuro da informação: exercício primeiro", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 134-135 (01/2016), p. 25
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: recordando o mestre e amigo, Dr. Arnaldo França (1925-2015), Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 132-133 (11-12/2015), p. 14-15
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: estudando adequadamente esta genial obra-prima, que é a peça En attendant Godot  da lavra do dramaturge irlandes Samuel Beckett (1906-1989)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 130-131 (07-08/2015), p. 27
  • Francisco Fragoso / Kwame Kondé, "Crónica de Lisboa: estudando o ALFABETO. Prolegómenos", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 128-129 (04-05/2015), p. 6
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: estudando o teatro «soit disant» popular, ou melhor dito: teatro ao serviço do povo", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIII (sic), n° 126-127 (12/2014), p. 18
  • Francisco Fragoso / Kwame Kondé, "Da relevância de ser Eugénio Tavares", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XX, n° 122-123 (05-06/2014), p. 37
  • "Fernando Mourão: homenagem merecida", África: revista do Centro de estudos africanos  ​(São Paulo), n° especial (2012), p. 287-296  (web)
  • "Paul Eluard traduzido por Kwame Kondé: Liberté – Liberdadi", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XX, n° 111 (12/2011 - 01/2012), p. 20
  • África: revista do Centro de estudos africanos  ​(São Paulo), n° 24-26 (2009):
  1. "Sucinto perfil de Félix Monteiro (1909 - 2002)", p. 379-380  (web)
  2. "Félix Monteiro: um homem com H maiúsculo e um Cabo-Verdiano de primeira água: um apontamento (pessoal) de Francisco Fragoso, à guisa de sentida homenagem", p. 381-389  (web)
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: poemas dialecticamente construidos no Remanso da Vida (continuação do número anterior)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XVIII, n° 89-90 (04-05/2008), p. 20
  • Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XVI, n° 83 (06/2007):
  1. Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: temas de medicina (continuação do número anterior)", p. 19
  2. Francisco Fragoso, "Do Dia internacional da dança: 29 de Abril de 2007", p. 19
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: temas de medicina", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XVI, n° 82 (03-04/2007), p. 20
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: temas de medicina", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XVI, n° 81 (12/2006 - 01/2007), p. 10
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: lendo atenta e sagazmente… (continuação do número anterior)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XVI (sic), n° 80 (12/2006), p. 22
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: Lendo atenta e sagazmente o mundo dos nossos dias, pensando dextramente no advento de um porvir prenhe de esperança, apesar de tudo", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XVI (sic), n° 78 (10-11/2006), p. 22
  • Francisco Fragoso, "Luís Romano: um verdadeiro senhor letrado do nosso país-arquipélago", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XIV, n° 76 (02/2006), p. 10 + 20
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: Assomada nocturna: uma leitura / estudo", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XIV, n° 75 (01/2006), p. 25-26
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: Das mensagens internacionais do Dia mundial do teatro: uma referenciação pedagógica, consentânea e oportuna", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XIV, n° 67 (04-05/2005), p. 22
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: do teatro para o desenvolvimento", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XIII, n° 66 (02-03/2005), p. 11
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: temas de medicina (III)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XIII, n° 65 (12/2004 - 01/2005), p. 18
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: um breve e singelo apontamento sobre Ildo Lobo (1953-2004)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XIII, n° 61-62 (11-12/2004), p. 5
  • África: revista do Centro de estudos africanos  ​(São Paulo), n° 22-23 (2004):
  1. "A força do teatro...", p. 351-353  (web)
  2. "Da avidez e do gosto pelo teatro do caboverdiano", p. 355-358  (web)
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: da Associação dos antigos alunos do Ensino secundário de Cabo Verde", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XII, n° 52 (07-08/2003), p. 16
  • "Uma breve incursão nos meandros do conceito de cultura", África lusófona: política, economia, sociedade, ano II, n° 14 (04/2003), p. 8-9
  • Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: Tchim Tabari, uma das grandes divas da cultura cabo-verdiana", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XI, n° 47-48 (10-11/2002), p. 18
  • Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XI, n° 45 (05-06/2002):
  1. Francisco Fragoso, "Crónica de Lisboa: do idioma cabo-verdiano e da eutanásia", p. 18
  2. Francisco Fragoso, "Epístola de Lisboa : na peúgada das literaturas de África negra: uma visão panorâmica", p. 22
  • Francisco Fragoso, "Marcar presença", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano X, n° 43-44 (03-04/2002), p. 22
  • "Da formação e composição do grupo cénico Kordá Kauberdi", A semana, ano VIII, n° 433 (1999), p. 26
  • África: revista do Centro de estudos africanos  ​(São Paulo), n° 9 (1986):
  • F.F. / Fernando Augusto Albuquerque Mourão, "In memoriam: Cheikh Anta Diop / António Aurélio Gonçalves", África: revista do Centro de estudos africanos  ​(São Paulo), n° 9 (1986), p. 173-176  (web)
  • Francisco Fragoso, "E nós humilde mortal...", Ponto e vírgula: revista de intercâmbio cultural, n° 14 (04-09/1985), p. 10-12
  • "Uma leitura da poética de Jorge Barbosa", África: revista do Centro de estudos áfricanos  (São Paulo), n° 5 (1982), p. 105-111  (web)
  • "A força da cultura no seio dos emigrantes", Voz di povo  (Praia), ano V, n° especial (1980), p. 17
  • Caderno Kordá Kauberdi  (Praia), n° 2 (1980):
  1. "A força da cultura no seio dos emigrantes", p. 10-17
  2. "Dos dois último exercícios (o 7o e 8o) do grupo cénico Kordá Kauberdi", p. 19-23
  3. "Anansegoro: prestarás juramento", p. 55-72
  • Caderno Kordá Kauberdi  (Praia), n° 1 (1979-1980):
  1. "Kordá Kauberdi: espectáculos montados ou exercícios dramáticos", p. 11-13
  2. "Primeiro exercício dramático do grupo Kordá Kauberdi", p. 15-16
  3. "Storia dum pobo: segundo exercício dramático do grupo cénico Kordá Kauberdi", p. 17-18
  4. "Terceiro exercício dramático do grupo cénico Kordá Kauberdi", p. 19-22
  5. "Do teatro em Cabo Verde: uma arte genuinamente popular", p. 29-35
  6. "Sexto exercício dramático do grupo cénico Kordá Kauberdi, na comemoração do seu 3o aniversário e dedicado ao teatro campesino", p. 36-38
  7. "Da actividade teatral em Cabo Verde através de outros grupos cénicos", p. 52-55
  8. "Das relações dialécticas entre o teatro e o cinema", p. 56-61
  • "Morta-Vida-Poeta", África: revista do Centro de estudos áfricanos  (São Paulo), n° 2 (1979), p. 122-127  (web)
  • "Morte - Vida - Poeta", Seara nova, n° 1'594-1'595 (08-09/1978), p. 51-52  (web)
  • "A questão do cinema em Cabo Verde", Voz di povo, ano IV, n° 165 (1978), p. 9
  • "Renunciando pasárgada", Novo jornal de Cabo Verde: orgão do Gabinete de informação do Governo, ano I, n° 27 (1975), p. 7-8

Recueils collectifs - Anthologies - Autres

  • "Da avidez e do gosto pelo teatro do Cabo-Verdiano", in Pires Laranjeira / Maria João Simões / Lola Geraldes Xavier (ed.), Estudos de literaturas africanas: cinco povos, cinco nações, Coimbra: Novo Imbondeiro, 2005, p. 280-282
  • "Depoimento", in Artur Vieira, Assim me prende a musa: poesias, Vitória (?): Ed. do autor, 2005, p. 7-9
  • "Prefácio", in João Branco, Nação teatro: história do teatro em Cabo Verde, Praia: IBNL, 2004, p. 13-40  (438 p., 25 cm.)
  • Luís Romano (ed.), Contravento. Antologia bilingue de poesia cabo-verdiana, Taunton (MA / USA): Atlantis Publishers, 1982:
  1. "Kaminho grandi / Caminho longo", p. 134-138
  2. "Oji / Hoje", p. 139
  3. "África / África", p. 140-141
  • Mário de Andrade (ed.), Antologia temática da poesia africana, vol. II: O canto armado, Lisboa: Sá da Costa, 1979:
  1. "Aqui no mato", p. 154-155
  2. "Revolução", p. 156
  • Francisco Fragoso (ed.), Renunciando pasárgada, Korbeek: Ed. do autor, 1974, 56 p.:
  1. "Renunciando pasárgada ou estudo diacrónico-sincrónico sobre o verdadeiro caminho da literatura caboverdiana", p. 9-21
  2. "Kaminho grandi", p. 37
  3. "Aqui no mato", p. 38-39
  4. "Balentis de Pidjiguiti", p. 40
  5. "No escquecimento se quedaram as ilhas", p. 41-42

Fausses attributions (homonyme)

  • Francisco Fragoso, Metodologias de apoio ao empreendodorismo em meio rural na Europa: síntese de partilha de experiências e de aprendizagem de metodologias de trabalho entre os parcerios de projeto Escale, s.l.: Esdime - rota do Guadiana, 2014, 52 p.
  • Francisco Fragoso, A escola empreende: projecto Escale, s.l.: Esdime - rota do Guadiana, 2013, 70 p.
  • Francisco Fragoso (ed.), Educação e formação de adultos perspectivas integradas: un estudo de caso, s.l.: Terra Dentro - Associação para o desenvolvimento integrado, 2010, 96 p.
  • Francisco Fragoso (ed.), Tradição por terras dentro, Évora: Terras Dentro - Associação para o desenvolvimento integrado de micro regiões rurais, 2008, 215 p.

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Etudes critiques


  • António Neves, "Francisco Fragoso estuda 100 médicos e os seus contributos ao teatro", A nação: jornal independente, n° 520 (17/08/2017), p. E3
  • Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 134-135 (01/2016):
  1. Larissa Rodrigues, "Entrevista com Francisco Fragoso: a profissão de médico à a profissão mais nobre da humanidade", p. 12-14
  2. Pedro Rodrigues, "Escritos sobre teatro  de Kwame Kondé", p. 14
  • "Kwame Kondé: não se faz teatro em Cabo Verde", sapomuzika, 04/04/2013, en ligne  (web)

Korda kaoberdi

(1974)

No imo da pedra

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